quinta-feira, 24 de outubro de 2013

"O PAPEL DOS PAIS É TER DISCERNIMENTO", DIZ TAS

Recentemente Marcelo Tas publicou em seu Instagram uma foto ao lado do cantor Naldo. Na legenda, declarou que o músico é o ídolo de sua filha. Nos bastidores do CQC, procuramos o líder da bancada para saber se ele interfere no gosto musical da caçula. 

"Eu fui apresentado ao Naldo pela Clarice e gostei muito, acho um garoto cheio de swing, acho bacana. Conversando com ele, vi que tem um público infantil grande", contou ao relembrar o encontrando que teve com o artista em um evento. 
Sobre as crianças gostarem do funkeiro, Tas explica que tudo bem contanto que haja uma supervisão dos responsáveis. "Eu acho que o papel dos pais é quando tiver letra inapropriada, é só eles evitarem", afirmou o homem de preto.

"O que a Clarice gosta por exemplo é dançar. Ela acha legal o jeito que o Naldo dança. Acho que a gente tem que conviver com todas as linguagens e saber ser o discernimento. O ponto que é para criança ou não", disse. 

O homem de preto aprova as músicas e também a personalidade do cantor. "Eu gosto do Naldo e gostei mais ainda pessoalmente", declarou.


Fonte: CQC - site oficial

OSCAR FILHO CHEGA ATRASADO E LEVA BRONCA DE PRODUTOR


O repórter e integrante da bancada do Custe o Que Custar se atrasou e levou uma bela bronca do produtor nos bastidores da gravação do Proteste Já. 

Fonte: CQC - site oficial

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Megaliga CQC 4 anos!!

Ñ é fácil manter um FC por tanto tempo, não é?
Claro q há FCs q estão ativos há mais tempo, mas se tratando de algo tão modesto como oq a gente faz, incluindo uma série que não tem conteúdo adulto e nem linguagem xula.. chegar a 4 anos é estupendo! :D

Parabéns para nós, Kildare e eu q procuramos sempre seguir as regras mesmo com um público tão exigente, rsrs.

Para homenagear o dia de hoje, postarei aqui o primeiro episódio de animação da série q tbm foi a primeira postagem do nosso blog.
E em seguida, postarei o último episódio animado postado antes da nova fase da série - em quadrinhos.
(aliás, espero q estejam gostando da megaliga cqc em webcomic :3 )

(2009) Episódio nº 1 - O vírus do Sarney


(2013) Episódio nº 28 - A Mascarada

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Roteiro do @CQC - #CQC244

Ilustra by: Lina Silva

FALTAM 6 SEGUNDAS (42 DIAS) PARA O #CQC250

Estão prontos pra saberem do roteiro do CQC, que o Marcelo Tas postou no seu blog?
Mas antes de saberem, sabem muito bem que, como o Tas não cansa de dizer, mas diremos pra vocês: Esse roteiro é apenas guia. algumas alterações poderão acontecer durante o programa ao vivo, como imprevistos, não passarem na ordem correta ou então deixarem para o último bloco (o que acho impossível acontecer). mas... relaxem e divirtam-se. vejam aí o roteiro abaixo:

CQC 244 na Band, às 22:30* ou Após "Os Simpsons"
Para ir ao estúdio, cliquem aqui
*Horário Brasileiro de Verão

SHOW DO AEROSMITH
BIOGRAFIA DE FAMOSOS
DOCUMENTO: CIDADE CARCERÁRIA
PROTESTE JÁ: ESCOLAS PARALISADAS
NA RUA: BIOGRAFIAS POPULARES
HARMONIA DO SAMBA
PROTESTO DO PROFESSORES NO RJ
MEUS PRÊMIOS NICK
LUAN SANTANA
TOP 5
SEM SAÍDA: OTÁVIO MESQUITA

Acompanhem ainda a mais nova webcomic da MLCQC: "Luque Vilão - Parte II"

NOTA: @RonaldRios é atingido por spray de pimenta em gravação

Ronald Rios participou da libertação dos cães no Instituto Royal


Ronald Rios acabou sendo atingido por spray de gás de pimenta nos olhos durante gravação para o CQC, da Band. O humorista acompanhou a libertação de 178 cães da raça Beagle, que eram usados como cobaia no Instituto Royal, no último sábado (19), em São Roque, interior de São Paulo.
Apesar do susto, Rios passa bem. A matéria vai ao ar nesta segunda-feira (21). 
Fonte: O Fuxico


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Webcomic "Luque Vilão: 1ª parte" - Páginas 13 e 14 (últimas dessa parte)



Webcomic "Luque Vilão: 1ª parte" - Página 12


Felipe Andreoli revela temor no início de CQC: “falavam que era ‘Pânico argentino’”

Felipe Andreoli, do CQC, em entrevista a André Plihal, repórter da ESPN (Foto: reprodução/site da ESPN Brasil)
Em entrevista ao programa de entrevistas, "Jogo Limpo", comandado por André Plihal no site do canal esportivo ESPN Brasil, o repórter do "CQC", Felipe Andreoli, revelou uma preocupação quando recebeu o convite para fazer parte do humorístico da Band: acharem que trabalhava numa espécie de Pânico argentino.
"Quando eu recebi o convite do CQC, falavam 'ah, é o Pânico argentino'. E eu pensei: 'pô, Pânico argentino. Eu não quero trabalhar no Pânico, eu não sou do estilo do Pânico'", contou.
Filho do jornalista esportivo, Luiz Andreoli, ex-Band, o repórter iniciou carreira na própria emissora, trabalhando não com entretenimento (no caso dele, esportivo), mas com esporte, mesmo, então temia a relação de seu nome ao do outro programa da casa, que também faz humor, mas em um estilo que Felipe diz não se enquadrar, ao que parece, uma preocupação que não existe para ele sendo do CQC.
"Fiquei muito preocupado com aquilo e pensava no meu futuro. Tá, vou lá [no CQC], faço isso aí um ou dois anos e depois para o pessoal me aceitar onde eu sempre trabalhei [no jornalismo esportivo]? Eu prezo muito pelo respeito dos meus colegas jornalistas", explicou, dando a entender que se vê mais no "entretenimento esportivo" do que no humor, propriamente dito.
Bastidores de um repórter do CQC
Na ótima entrevista que concedeu a André Plihal, Felipe Andreoli falou muito mais, explicando, com riqueza de detalhes como é o seu trabalho para o humorístico da Band. Não aquilo que as pessoas veem na segunda-feira, mas os bastidores.
"Eu trabalhei na Bandeirantes como repórter, somente no esporte, e a gente sabe que normalmente a gente tem 14 dias e desses vou trabalhar 12 seguidos e a folga no próximo fim de semana. No CQC eu não tenho essa lógica, mas pode ser que durante a semana eu trabalhe só duas vezes. Tem duas matérias pra mim e no resto da semana eu não tenho, mas às vezes o cansaço é bem maior. Mesmo eu trabalhando menos dias. Pela intensidade do programa", disse.
E continuou: "às vezes vou fazer uma matéria e vejo que aquilo não tá tão legal, que o evento não tá tão bacana, que não tem pessoas muito legais pra entrevistar, aí já me dá uma pressão, eu preciso engatilhar uma matéria aqui, porque o programa só vai no ar na segunda. Cai muita coisa. Às vezes não dá certo, as pessoas que a gente espera que estarão ali, não estão, e até propositalmente a gente grava mais matérias do que cabem no programa. Muitas vezes a gente vai fazer uma matéria, meio em cima do muro [sem segurança que vá entrar no programa], então isso dá uma pressão, um desgaste."
Entrevistar atistas x atender fãs
Andreoli também falou sobre a dificuldade de lidar com o público nas ruas, isso ao mesmo tempo que precisa trabalhar. "É engraçado quando você está num evento que tem gente, que tem artista, no Rio de Janeiro, por exemplo, o que tem de povo na rua, e às vezes tem cara da população que tá entrevistando, querendo tirar uma foto com o artista, então você disputa com todo mundo. E tem o assédio. Você está entrevistando os artistas, mas para as pessoas ali você também é artista, então tem todo aquele assédio das pessoas, que é bacana, mas quando você está trabalhando [é difícil]. Tem 50 pessoas pedindo para você tirar uma foto, você tira 39 e na 40ª que nega o cara vai te xingar, dizer que tá estrelinha, se achando, sendo que você tá ali trabalhando, precisando gravar e aí você fica se preocupando com outras coisas, então quando acaba aquela matéria eu estou exausto."
Preparo para entrevistar
O repórter do CQC também comentou sobre como se prepara mais ou menos para uma entrevista ou evento: "quando o assunto foge um pouco do meu conhecimento, quando tem artistas que não conheço, eu tento me preparar melhor. Por exemplo, quando vou para Brasília, por mais que eu goste do assunto e esteja atualizado dos assuntos do Brasil, da nossa política, eu não sei a cara de todos os deputados, não sei a cara daquele que tá fazendo aquela besteira, então tento me atualizar mais. Agora, quando é futebol, que eu tenho um domínio maior, que conheço os caras, eu já sei o jogador que rende e o que não adianta entrevistar, então eu vou mais tranquilo e me garanto mais."
Dificuldades com entrevistados
Andreoli falou, ainda, da dificuldade na abordagem dos famosos, sobretudo jogadores de futebol. "Eu já lidei com todos os tipos de artistas, e os jogadores de futebol são artistas. Pelo menos muitos deles se sentem artistas. Mas é o mais difícil. O jogador é o que menos aceita crítica, menos aceita brincadeira, é o que vai virar a cara pra você quando fizer alguma coisa que ele não goste. Pô, eu posso brincar com o Tony Ramos, não sei mais quem [artistas] e aceitam muito melhor, porque hoje a relação do jogador com a imprensa se tornou muito defensiva. O cara sempre se sente atacado, ele não sente um bate-papo. Eu fico muito preocupado quando os outros meninos do CQC vão para esses lugares [com gente do esporte] e às vezes eles não sabem como..., mas eu acho que todo mundo aprendeu já."
Briga com assessor e presente de Nadal
Um episódio marcante para ele, Andreoli, que é fã de tênis, foi quando ganhou uma raquete autografada do grande tenista espanhol, Rafael Nadal. Toda a saga que foi, desde o momento antes da entrevista com o astro, com direito à briga com assessor de imprensa e desabafo no Twitter (irritado, Felipe o chamou de "babaca") até o inesperado e especial presente, tudo foi relatado na entrevista ao "Jogo Limpo" que, repito, é ótima.
Coberturas inesquecíveis
Por fim, falou sobre as coberturas internacionais que mais marcaram a sua vida de repórter no meio esportivo: "a primeira que impactou muito pra mim, um sonho, foi ter ido para uma Olimpíada e ainda dei sorte de ter feito na China, em Pequim [2008], que foi algo bem diferente. A de 2012, em Londres, acabei não indo, mas é uma cidade que tá ali, você pode passar férias e de repente ter a oportunidade de conhecer, mas conhecer Pequim, ir até a China, até Shenyang, que foi onde o Brasil [seleção de futebol] ficou, uma 'cidade pequena de 7 milhões de habitantes', foi muito impactante. Foi ali que eu vi que, poxa, cheguei onde os grandes do esporte querem estar, numa cobertura de Olimpíada", lembrou.
"Eu fiz duas coisas especiais: uma Copa do Mundo na África do Sul, que foi sensacional, e a Olimpíada na China. Dei a sorte de pegar dois países marcantes para fazer dois eventos marcantes", finalizou.
Fonte: Yahoo

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Agredido por são-paulinos, repórter do CQC desabafa e admite medo

Ronald Rios, repórter do programa humorístico CQC, publicou nesta quarta-feira na conta no Facebook um desabafo pelas agressões que sofreu no último domingo, enquanto trabalhava na partida São Paulo x Corinthians, no Estádio Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro.
"Não tem justificativa", escreveu Ronald Rios. "Procurem um médico. Achem uma religião. Ou simplesmente não sejam idiotas. Vou continuar meu trabalho na maior humildade. Se vou apanhar de novo? Espero que não. Mas se for, não será culpa minha. Se estou com com medo? Com certeza. O que você acha?", acrescentou.
Ronald Rios estava no setor das cadeiras cativas do Morumbi quando foi expulso de lá por alguns torcedores mais exaltados, ao final do empate por 0 a 0 entre os rivais paulistas. De acordo com imagens gravadas por um telefone celular, o humorista foi cercado por alguns torcedores e sofreu agressões - inclusive um tapa no rosto. 

Na matéria exibida pelo CQC, Ronald Rios foi filmado estendido em uma maca, com pontos no supercílio - segundo o comediante, o ferimento se deu após ser atingido por uma lata.
"Não chamei ninguém de gay - como se isso fosse um xingamento -, não fui lá zoar na cara deles do empate. Estava já saindo da torcida em direção à zona de imprensa. Mas como eles estavam bravos, fui ofendido diversas vezes. Não levantei a voz em momento algum. Fui xingado e acossado. Tentei fugir. Levei tapas no rosto, soco nas costas, cusparada na cara. Uns 30 torcedores contra quatro homens. Um repórter, um produtor, um assistente e um cinegrafista", acusou.
Leia o desabafo de Ronald Rios:
Vou falar sobre o ocorrido no jogo São Paulo x Corinthians. Muita gente me pergunta todo dia e eu já tô sem saco de me explicar. Então vou postar umas (não tão breves palavras assim) sobre o que aconteceu.
Uma pessoa gravou com o celular parte das agressões. Como pode ver, eu apenas tento sair fora tranquilamente sem levantar a voz para ninguém nem fazer qualquer menção de violência.
E apanho.

Quando cheguei em casa no domingo, pensei em escrever sobre assunto. Pensei em falar da estupidez de gente que briga por causa de futebol. Eu amo futebol. Mas no fim, estamos assistindo milionários fazendo exercícios para provar quem é o melhor entre eles. E é legal isso - adoro ver competições. Escolhi torcer nelas pelo Botafogo, pois era o time de meu pai - e por achar o Garrincha a melhor coisa que já teve no futebol (com todo respeito, Messi, Pelé e Zidane).
Mas quase todo menino pega o time do pai. E eu peguei o Botafogo. Talvez escolhesse o Palmeiras por minha obsessão pelo Djalminha. Talvez o Grêmio por idolatrar Jardel. Talvez até o Flamengo por causa de Zico e Romário. O Flamengo, cara! Eu gostava de tudo. Pra mim, ter e acompanhar um time era legal; mas minha paixão era o futebol. Então quando eu via briga na tv, achava absurdo demais. Aos 7 anos, me perguntava: "Gente, é ruim perder, eu sei. Mas por que eles estão se batendo?" - e se eu não sou muito inteligente hoje, imagina quando eu era criança.
Ou seja, eu não era uma criança inteligente e foi fácil detectar que violência por causa de um JOGO era loucura.
Fui agredido. Ponto. Não tem justificativa bater em outra pessoa por futebol. Não tem. Não chamei ninguém de gay - como se isso fosse um xingamento -, não fui lá zoar na cara deles do empate. Estava já saindo da torcida em direção a zona de imprensa.
Mas como eles estavam bravos, fui ofendido diversas vezes. Não levantei a voz em momento algo. Fui xingado e acossado. Tentei fugir. Levei tapas no rosto, soco nas costas, cusparada na cara. Uns 30 torcedores contra 4 homens. Um repórter, um produtor, um assistente e um cinegrafista.
30 sujeitos humilhando e violentando 4 caras. Porque nosso programa de humor faz piada com tudo - inclusive o São Paulo. Mas hey, fazemos piadas com o Corinthians, o Vasco e - pasme - até o Botafogo já foi zoado diversas vezes por mim, Andreoli e Maurício.
E DAÍ, CARA?
E os ataques continuavam. Antes de achar abrigo, consigo ver muito rapidamente uma lata vindo em direção a minha cabeça. Acerta e abre meu supercílio.
Protegido, converso com policiais. Sou levado aos médicos para receber pontos na ferida.
E eu realmente não entendo. Não entendo mesmo. Quando se fala em violência no futebol, sempre falam que "aqueles caras não são torcedores". Mentira, são sim. São pessoas que bateram em mim por não gostar de piadas sobre futebol. Simples.
Não são TODOS os torcedores. A imensa maioria da torcida do São Paulo sempre me tratou com respeito e carinho. Sempre. Ouvia alguns xingamentos? Sim, mas faz parte. Achava que ter minha mãe xingada 100 vezes por domingo era um preço justo por umas piadinhas inocentes segunda-feira a noite.
Mas foram torcedores que me bateram. Foram torcedores. Foram pessoas que torcem por um time no futebol e resolveram agredir um cara que faz piadas sobre esse time. Foram pessoas que resolveram agredir um cara porque estavam decepcionadas com o resultado de uma partida de futebol. Dum jogo. Dum lazer dominical.
Li muitos comentários que diziam "Sou contra violência!!! Mas o cara quer estar no meio da torcida e não apanhar?!"
Sim.
Sempre tratei as torcidas com respeito. Se não quer dar entrevista, não dá. Repare nas matérias. Raramente as entrevistas são nos 90 minutos de jogo. São antes, no intervalo e as vezes depois. Não incomodar o torcedor é importante e sempre foi cuidado de nossa equipe. Respeito acima de tudo. Só brincamos com quem gosta do programa e sabe que, hey, futebol é festa e nossso objetivo num programa de humor é festejar, no matter what. Então é gente que dá entrevista ouvindo piadas sobre o time ser ruim e NÃO LIGA POIS TEM UMA VIDA DE VERDADE PARA SE PREOCUPAR.
Sim. Meu trabalho é estar ali na torcida. Brincando e respeitando. Não mereço apanhar. Ninguém merece apanhar porque você ama muito seu time. Provavelmente vocês têm empregos e vidas confortáveis - vale dizer isso: não fui agredido nas organizadas, na arquibancada; foi na zona um pouco mais privilegiada do estádio. Ou seja, era gente que trabalha, provavelmente ganha bem (para poder parar o ingresso de lá) e ama futebol a ponto de agredir outro homem?
NÃO TEM JUSTIFICATIVA.
Procurem um médico.
Achem uma religião.
Ou simplesmente não sejam idiotas.
Vou continuar meu trabalho na maior humildade. Se vou apanhar de novo? Espero que não. Mas se for, não será culpa minha.
Se estou com com medo? Com certeza. O que você acha?
Ah, e para quem não sabe ler: don't get it twisted, yo: qualquer punição que o São Paulo levar nesse jogo, tem a ver com as brigas que rolaram NO INTERVALO DA PARTIDA. E eu estava BEM LONGE disso. Já vi gente com anafalbetismo funcional - sem ironias - entendendo que o São Paulo ia ser punido por causa da treta comigo. Não foi, é por causa duma treta bem maior que rolou no intervalo. OKAY?
Assista a matéria que foi exibida no CQC desta segunda-feira passada:

 Fonte: Yahoo 
Vídeos: Site Terra e usuário MIRCMIRCCQC (youtube)

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Roteiro do @CQC - #CQC243

DETONA RONALD (Ilustra by: Lina Silva)

FALTAM 7 SEGUNDAS (49 DIAS) PARA O #CQC250

Estão prontos pra saberem do roteiro do CQC, que o Marcelo Tas postou no seu blog?
Mas antes de saberem, sabem muito bem que, como o Tas não cansa de dizer, mas diremos pra vocês: Esse roteiro é apenas guia. algumas alterações poderão acontecer durante o programa ao vivo, como imprevistos, não passarem na ordem correta ou então deixarem para o último bloco (o que acho impossível acontecer). mas... relaxem e divirtam-se. vejam aí o roteiro abaixo:

CQC 243 na Band, às 22:30 ou Após "Os Simpsons"
Para ir ao estúdio, cliquem aqui

SÃO PAULO x CORINTHIANS
NBA
LEILÃO DE GADO
ASSEMBLÉIA: DEPUTADOS QUE FALTAM
DOCUMENTO DA SEMANA: FAMÍLIAS DE OSASCO
DOAÇÕES QUE CHEGARAM AO CQC PARA CAROLZINHA
DIA DAS CRIANÇAS
FESTIVAL DE CINEMA DO RIO
DEMI LOVATO
OKTOBERFEST BLUMENAU
OLHO x OLHO: CRIANÇAS
TOP 5
SEM SAÍDA: MARA MARAVILHA

Descrição: O Programa da família Brasileira (até gato conta :-P) (Foto via Rede do Tas by: Janna Mattos)

Acompanhem ainda a mais nova webcomic da MLCQC: "Luque Vilão - Parte I"

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Roteiro do @CQC - #CQC242

Descrição by Kildare Sena: Como estamos perto do Dia das Crianças, decidi repostar a ilustra postada em 2011 (por isso, o Danilo Gentili aparece na ilustra) (Ilustra by: Lina Silva)

FALTAM 8 SEGUNDAS (56 DIAS) PARA O #CQC250

Estão prontos pra saberem do roteiro do CQC, que o Marcelo Tas postou no seu blog?
Mas antes de saberem, sabem muito bem que, como o Tas não cansa de dizer, mas diremos pra vocês: Esse roteiro é apenas guia. algumas alterações poderão acontecer durante o programa ao vivo, como imprevistos, não passarem na ordem correta ou então deixarem para o último bloco (o que acho impossível acontecer). mas... relaxem e divirtam-se. vejam aí o roteiro abaixo:

CQC 242 na Band, às 22:30 ou Após "Os Simpsons"
Para ir ao estúdio, cliquem aqui

INSEGURANÇA NA INTERNET
TROCA TROCA DE PARTIDOS
FESTA DOS SIMPSONS
PRÊMIO JOVEM BRASILEIRO
PROTESTO INDIGENA
PROTESTE JÁ: FORMAÇÃO DE QUADRILHA VIRTUAL
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
JOGANDO FIFA 2014
FESTIVAL DE CINEMA DO RIO
SEM SAÍDA: O HIPNOTISADOR FABIO PUENTES
TOP 5
RELACIONAMENTOS VIRTUAIS

Acompanhem ainda a mais nova webcomic da MLCQC: "Luque Vilão - Parte I"

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Webcomic "Luque Vilão: 1ª parte" - Página 9


Após polêmica, Rafinha Bastos volta a participar do 'CQC'


Rafinha Bastos provou que não tem mágoas da equipe do 'CQC' e conversou com Dani Calabresa durante a pré-estreia do filme 'Mato Sem Cachorro'. A matéria foi exibida na noite da última segunda-feira (30).

Durante a conversa, a repórter brincou com o humorista, dizendo que seria complicado perguntar sobre a 'polêmica', mas que não poderia fugir do assunto. 'Gente, é uma polêmica, todo mundo sabe… não fica chateado comigo', disse.

O assunto, claro, não passava de uma piada. 'Queria saber se correu tudo bem com a cirurgia íntima', perguntou a repórter, ganhando uma resposta positiva.

Identificado como 'Rafinha Bastos - O mau filho a casa torna' no GC, o apresentador entrou no clima da brincadeira e, em sua curta participação, disse que havia se tornado uma mulher.

Vale lembrar que Rafinha pediu demissão do programa da Band, após ter sido afastado por conta de uma piada feita com a gravidez da cantora Wanessa, em 2011. Na ocasião, ele disse que 'comeria ela e o bebê'.


Fonte: Mídia News