terça-feira, 22 de setembro de 2015

Corinthians pede e CQC vai atrás de rapaz que xingou jogadores de “Macacos”

Na última semana, um um torcedor chamou, por meio de sua rede social, os jogadores Vagner Love, Elias, Malcom e Gil de macacos. O Corinthians entrou em contato com a direção do CQC, da Bandeirantes, segundo o apresentador Dan Stulbach, e o rapaz foi identificado pelo quadro “Haters” do programa.

Antes de procurar o torcedor, o repórter Juliano Dip entrevistou Malcom, um dos jogadores insultados, e o atacante afirmou que nunca havia passado por isso, mas que o acusado deveria ser punido.
“Não, pelo incrível que pareça foi a primeira vez que eu vi alguém falando “Macaco”.Mas isso não interfere em nada. Pretos ou negros, brancos todos somos iguais, somos seres humanos. Isso pra mim é crime, como é no Brasil e tem que ter uma punição nesse cara”, explicou o jovem jogador.
O suspeito, que teve o nome e o rosto preservado, cancelou todas as suas contas nas redes sociais e negou a todo momento que foi ele quem xingou os jogadores do Corinthians, e afirmou que sua página na web foi hackeada.
“Eu não (chamei). Inclusive hackearam meu Twitter”, explicou o “hater”. “Sacanagem, é que eu costumo deixar aberta a conta”, completou gaguejando, o torcedor que mora no interior de Minas Gerais.

domingo, 6 de setembro de 2015

Rafael Cortez, do 'CQC', fala sobre frustração: 'Tenho azar com as mulheres'

Apresentador assume que quer se casar, mas ainda não encontrou uma 'grande parceira': 'Nunca morei junto com uma mulher que não fosse amiga ou irmã'

Rafael Cortez ficou conhecido do grande público como repórter do "CQC", da Band, mas depois de um tempo deixou a atração para comandar dois programas próprios na Record. Mas após dois anos voltou ao programa de origem, desta vez como apresentador, na bancada da atração, ao lado de Dan Stulbach, que substituiu Marcelo Tas. Mas o sucesso na rotina profissional, segundo ele, não se reflete na vida pessoal. "Estou bizarramente solteiro", disse em entrevista à revista "Quem", revelando que seu namoro com a dentista Naiara Ferreira chegou ao fim em pleno Dia dos Namorados. 

Rafael garantiu que, aos 38 anos, a vontade de casar e ter filhos já bateu forte: "Financeiramente, já conquistei as coisas de que precisava para ser pai, ter uma mulher. Seria o momento de desfrutar em família". Mas assumiu que não tem dado sorte nesse quesito: "Eu tenho azar com as mulheres no sentido pleno, qualitativamente. A questão é que não encontro uma grande parceira. Nunca morei junto com uma mulher que não fosse amiga ou irmã. Tenho essa frustração". E coloca a culpa em sua vocação: "Eu tenho o péssimo hábito de dar mais importância para minha vida profissional. Cheguei aos 38 anos sem filhos, sem ter tido uma relação estável".

Por se dedicar muito ao trabalho, não conseguiu lidar muito bem no início com sua experiência na Record: "Por muito tempo fiquei chateado porque achei que tinha sido mal aproveitado lá. Mas vi que foi necessário ter vivido esse momento. Não me arrependo de nada". E explicou o motivo de ter deixado a emissora: "Vi que não estava nos planos deles, mas eles me encaixariam em alguma coisa. Tinham me oferecido a posição de repórter do programa da Sabrina Sato, que eu adoro, mas eu havia ido para lá para ser apresentador. Eu poderia ficar ali, ganhando um salário, pegando algo que viesse, mas não sou acomodado".
Apresentador opina sobre Rafinha Bastos e fala de acidente com touro: 'Resolveu se vingar'

Ex-companheiro de Rafael Cortez no "CQC", Rafinha Bastos deixou o programa após uma piada envolvendo a cantora Wanessa, que o fez ter que pagar R$ 150 mil de indenização após um processo e colocar um limite em suas brincadeiras. Segundo o artista, o que aconteceu com o colega foi um exagero. "Na época, houve uma histeria coletiva. Foram críticas em cima de uma bobagem. Tive pena, ele ficou muito sozinho", contou. 

E assumiu que frequentemente também se arrepende de alguma coisa que fala em seus programas e shows no teatro. "Mas não me acovardo. Vou e faço, o pior que pode acontecer é dar errado", brincou. E também fez piada com o acidente que sofreu com um touro, na festa de Barretos. "A gente ia fazer uma brincadeira, colocar um boneco meu na arena com o boi e resolvi entrar. Ele veio para cima de mim, acho que lembrou das minhas piadas e resolveu vingar a sociedade! Estou bem, só tive algumas escoriações", resumiu.

Rafael Cortez: 'Teve fase que tinha uns b***** no CQC'

Repórter ainda contou que foi contratado para ser produtor do programa

"Ao que devo a honra do OFuxico  querer falar comigo? Isso está com uma cara de trote", disse Rafael Cortez bastante desconfiado. Foi com essa frase com que o repórter do CQC começou a entrevista com o site.
E, como não poderia ser diferente, o primeiro assunto abordado foi um que causou bastante polêmica nas redes sociais recentemente: uma foto que ele postou cheio de curativos após ser "atropelado" por um touro.
"Foi uma brincadeira boba. Eu fui brincar de querer ser aqueles palhaços de arena e deu nisso. O touro passou por mim e deve ter falado: 'Nossa, é aquele idiota do Rafael Cortez. Vamos pra cima dele!'. Aí deu nisso. Mas, na realidade, eu não me machuquei tanto, aquilo foi mais uma maquiagem para fazer uma brincadeira e aí repercutiu bastante. Mas isso foi bom, porque eu percebi como sou querido, já que recebi várias mensagens", afirmou.
Rafael Cortez, que foi um dos únicos do CQC a viver a fase antiga e a atual, revelou que agora eles tem uma equipe equilibrada, mas nem sempre foi assim.
"Hoje nós temos um time de qualidade equilibrada, algo que acho que nunca teve. Lá no início, em 2008, tinham sete caras muito bons. Depois passou a ter caras bons e caras regulares, teve momentos que tinham quatro repórteres muito bons e dois b*****. Hoje, graças a Deus, está tudo certo", disse.
O repórter ainda contou que, quando foi contratado pelo CQC, ele iria trabalhar como produtor do programa, mas contou como mudou o rumo das coisas.
“Eles me chamaram pra ser produtor, mas estava desinteressado com a vaga. Já tinha trabalhado como produtor, mas não era isso que eu queria mais. Queria ser jornalista, aparecer na TV, aí veio o convite do CQC e, apesar de ser como produtor, veio um insight e eu mantive a reunião para conhecer os chefes do programa, porque eu queria fazer parte daquilo mas como jornalista. Na reunião, eu cheguei e falei que gostaria de ser repórter. Ficou um clima esquisito, eles não estavam querendo muito, perguntaram se eu era humorista, se eu fazia stand-up, mas eu não fazia nada disso. Aí, quando eu agradeci, um deles falou: ‘Mas pela sua cara de pau, eu vou deixar você fazer um teste’. Eu fiz um bom teste, depois fiz um segundo, e falaram que eu estava contratado. Mas para eu ficar sabendo foi um calvário de um mês e meio”, afirmou.
E, neste tempo em que está no CQC, Rafael Cortez tem milhares de história para contar, mas uma ele não esquece. Ele lembrou de quando foi xavecado por uma “famosa boazuda” em uma reportagem para o programa e que acabou não rolando nada por um “vacilo”, como ele mesmo define.
“Essa história aconteceu mesmo, mas foi um vacilo enorme. Tinha feito um CQTeste com essa pessoa que prefiro não falar quem é (risos), mas tinha passado a noite anterior em estado deplorável. Depois da reportagem, ela foi falando molinho, sabe? Aí falou que queria cuidar de mim na casa dela e eu, idiota, falei: ‘Não, não, eu vou para casa descansar mesmo. Aí tomo uns remedinhos por lá’”, afirmou.
Questionado sobre a identidade dela, Rafael Cortez não revelou o nome, mas deu uma dica: “Cara, é uma mulher que todo mundo quer comer. Ela era estilo panicat. Em outra pauta, encontrei com ela de novo e falei sobre aquele dia e ela falou: ‘Queria você mesmo, mas hoje sou casada e tenho filhos’”.
Rafael Cortez ainda revelou que foi castigado após desprezar a “mulher misteriosa”. “Quando eu cheguei na van, todo mundo disse eu ela queria ficar comigo e que eu desprezei. Todo mundo da equipe me bateu, fizeram uma roda e me bateram, mas eu merecei mesmo”, brincou.
Uma curiosidade da vida de Rafael Cortez é sua “aversão a baratas” e o repórter contou o que faria se o inseto aparecesse durante um encontro com uma mulher em sua casa. “Primeiro, eu espero que ela seja menos cagona que eu, mas qualquer coisa eu ligo para o porteiro aqui e ele resolve”.
Com seu jeitão divertido, Rafael Cortez conquistou bastante o público, predominantemente feminino, e falou sobre o carinho das fãs com ele.
“Isso é bem surreal. Existe o amor e ódio nas redes sociais e recebo elogios e críticas de todos os lados, mas é muito bom. Esse público não é aquele público jovem, sabe? Que vai crescer e te esquecer. São garotas de universidade, entende? Que já sabem o que querem. É muito legal saber que você é querido”, disse.
Porém, para quem acha que Rafael Cortez é apenas repórter do CQC, ele também mostrou que é músico, onde já lançou o CD instrumental Elegia da Alma e prepara um novo trabalho musical. “Vou lançar um segundo CD com a banda Pedra Letícia, que vai se chamar MDB, Música Divertida Brasileira, que serão releituras engraçadas de canções clássicas da Música Popular Brasileira”, contou.
No CD, o público vai redescobrir obras de Tom Jobim ("Pra Mó de Chatear"), João do Vale ("Peba na Pimenta"), Moreira da Silva ("Fui ao Dentista"), Adoniram Barbosa ("Samba do Arnesto"), Luiz Gonzaga ("Lorota Boa"), Chico Buarque ("Piruetas") entre muitos outros.


Repórter do CQC leva soco na cara: 'Está doendo até agora'; veja vídeo

O repórter Lucas Salles no momento em que toma um soco de homem que defendeu morte de bandidos
O repórter do CQC Lucas Salles foi agredido por um entrevistado enquanto gravava nesta sexta-feira (4) na Grande São Paulo. O ator questionava um arquiteto que defendeu em rede social a ação que resultou na morte de 19 pessoas em Osasco, em meados de agosto. A agressão foi registrada pelas câmeras da Band e será mostrada no programa da próxima segunda (7). "Ele encheu a mão e me bateu com todo o gosto do mundo. Depois, ainda deu uma cabeçada. Está doendo até agora", disse Salles ao Notícias da TV ao sair do hospital Santa Paula, no início da noite.
Salles gravava para o quadro CQC Haters, em que vai atrás de pessoas que dizem coisas agressivas nas redes sociais. O agressor elogiou no Twitter, há algumas semanas, os supostos policiais que teriam praticado a maior chacina do ano em São Paulo. "Bandido bom é bandido morto", escreveu ele.
A produção do CQC localizou o tuiteiro e marcou um encontro com ele numa rua de Caieiras por volta do meio dia desta sexta. "Nós acreditamos que bandido bom não é bandido morto. A gente achou que deveria perguntar a ele por que ele acha que bandido bom é bandido morto e tentar entender de onde vem esse ódio", diz Salles.
Segundo o ator, o arquiteto se identificou como "amigo de policiais" e "foi ficando furioso" ao ser questionado sobre a autoria da chacina (não está claro ainda se foram policiais os autores) e sobre o fato de somente seis das 19 vítimas terem registros criminais. 
"Eu perguntei se bandido precisa morrer. Ele disse que sim. Eu perguntei se ele acredita em recuperação. Ele disse que não. Aí eu falei que infelizmente ele não quer se recuperar, não quer abrir a cabeça, pensar de um outro jeito. Foi aí que ele encheu a mão e me bateu com todo o gosto do mundo", conta.
Salles afirma que nem ele nem a equipe que o acompanhava esboçaram reação. E mesmo assim, o agressor ainda lhe desferiu uma cabeçada. "Foi uma reação bem típica de um hater", brinca. A história acabou na delegacia de Caieiras, mas a Band não formalizou queixa _e não vai revelar a identidade do agressor. 
O repórter passou pelo hospital mais por precaução. Não foi detectada nenhuma lesão na cabeça nem ferimentos aparentes. "Ficou apenas um inchaço danado e uma dor profunda e um sentimento de compaixão", lamenta.
O material será exibido na íntegra no CQC da próxima segunda. Veja trecho da agressão no vídeo abaixo, cedido pela Band: